Você lembra dele? No semiaberto, Goleiro Bruno pode estar voltando a ser jogador de futebol
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Você lembra dele? No semiaberto, Goleiro Bruno pode estar voltando a ser jogador de futebol

Em regime semiaberto, entra hoje na Justiça para voltar a jogar.

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Bruno já tinha avisado:
“Independente do tempo que eu fiquei também, eu queria deixar bem claro, se eu ficasse lá, se tivesse prisão perpétua, por exemplo, no Brasil… não ia trazer a vítima de volta.

Mesmo sendo o desconhecido Poços de Caldas, humilde time da Terceira Divisão do Campeonato Mineiro, o anúncio do interesse em contratar Bruno ganhou o Brasil.

O mentor do assassinato de Elza Samúdio, cometido em 2010, cumpre pena de 20 anos e nove meses.

Ele já passsou mais sete anos e sete meses em regime fechado. 

Em 2017, conseguiu um habeas corpus e treinou por dois meses no Boa Esporte Clube, de Varginha. Mas a liberdade provisória foi cassada e voltou à cadeia.

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Em 2018, desfrutrava do regime semiaberto por bom comportamento. Mas foi flagrado pela TV Alterosa bebendo cerveja com mulheres. Voltou ao regime fechado.

Bruno conseguiu agora, a volta ao semiaberto, onde precisa trabalhar.

Seus advogados protocolam nesta quarta-feira o pedido para que volte a exercer a profissão de jogador de futebol. Se comprometendo a comparecer até o dia 10 de todos os meses, para dar satisfação de suas atividades.

Ele tem a obrigação de ficar em casa das 22 horas às seis horas da manhã, e em Minas Gerais, onde foi condenado.

Seus advogados querem querem um acordo, para que possa jogar e ficar concentrado com o clube que o contratar.  Avisando os dias que precisará ficar fora de casa antecipadamente. Ter uma carreira de jogador próxima do normal.

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Dirigentes do Vulcão, como é conhecido o Poços de Caldas, anteciparam ao jornal A Mantiqueira que o acordo com Bruno estava fechado.
E a notícia foi divulgada ontem no Brasil todo.

Mas houve uma antecipação, garante o escritório Mariana Miglioni Advogados e Associados, que representa Bruno.
O jogador não assinou contrato com o Poços de Caldas.

E, depois de ontem, outros clubes mostraram interesse no atleta.

A direção do Boa Esporte passou a ser imediatamente pressionada por internautas e por sócios clube, asssim que o jogador teve o benefício do regime semiaberto, no mês passado.

Em 2017, graças ao habeas corpus, ele pôde jogar 5 partidas, ficar dois meses no clube. Patrocinadores abandonaram o clube, os dirigentes enfrentaram protestos por apoiarem o ‘feminicídio’. Hackers invadiram o site oficial do clube e publicaram matérias sobre a morte de Eliza Samúdio.

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Jornalistas de Varginha publicaram que os dirigentes e seus familiares eram xingados na rua.

E em todas as partidas de Bruno jogou, o coro de “assassino” esteve presente nas arquibancadas, assim como faixas de protesto em frente aos estádios, nos hotéis nos quais o clube se concentrou.

Os dirigentes do Boa Esporte estão sendo novamente pressionados. Para que desprezem a prioridade que conseguiram em relação goleiro.

Havia um acordo informal que ele voltaria ao Boa Esporte, se conseguisse autorização para voltar a jogar. (Portal R7)

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