Usuários de bikes e patinetes Grow rodaram 70 mil quilômetros por mês em Porto Alegre
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Usuários de bikes e patinetes Grow rodaram 70 mil quilômetros por mês em Porto Alegre

Usuários de bikes e patinetes Grow rodaram 70 mil quilômetros por mês em Porto Alegre

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Grow divulga balanço do primeiro semestre de operação na cidade

Porto Alegre, 26 de setembro de 2019 – Em seis meses, os usuários de patinetes elétricas e bicicletas compartilhadas da Grow percorreram, em média, 70 mil quilômetros mensais em Porto Alegre. Isso equivale a 3 vezes e meia a distância entre a capital gaúcha e a cidade de Xangai, na China. Desde o início da operação da empresa, dona das marcas Grin e Yellow, o número de corridas de bikes na cidade cresceu cerca que 10% ao mês. Já as patinetes tiveram um alto crescimento nos dois primeiros meses, triplicando a quantidade de viagens, que depois mantiveram-se constantes. Sábado e domingo foram os dias preferidos pelos usuários, liderando o ranking de viagens na capital gaúcha. Os dados fazem parte do primeiro balanço da operação da Grow em Porto Alegre, encaminhado à prefeitura nesta quinta-feira (26). O levantamento foi elaborado pela equipe de Pesquisas em Mobilidade e Políticas Públicas da Grow e engloba os primeiros meses de atuação da empresa na cidade, de fevereiro de 2019 a agosto de 2019.

As corridas de ambos os modais apresentam concentração mais expressiva na região das avenidas Edvaldo Pereira Paiva e Presidente João Goulart, além do bairro Jardim Europa. O objetivo da Grow é colaborar com a prefeitura de Porto Alegre no desenvolvimento de políticas públicas que contribuam com o avanço da mobilidade urbana na cidade, auxiliando a equipe técnica na construção de um sistema de transportes mais eficiente, ambientalmente saudável, com mais qualidade de vida para os cidadãos e menor dependência do uso do automóvel.

Se posto em prática, o levantamento pode trazer efeitos benéficos para a mobilidade urbana de Porto Alegre e para seus moradores. Um exemplo é o estímulo à criação de estruturas cicloviárias.

“As informações aqui apresentadas são essenciais para auxiliar o poder público local a direcionar o investimento e otimizar os resultados, dando eficiência às transformações urbanas, tão necessárias para a humanização das cidades e a melhoria da mobilidade”, diz Fernanda Laranja, gerente de Relações Governamentais e Institucionais da Grow. “O sistema de compartilhamento de bicicletas e patinetes se apresenta como ator relevante na mudança de paradigma necessária, tornando as cidades mais inteligentes, sustentáveis e humanas”, complementa.

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Perfil das viagens com bicicletas

De acordo com o levantamento, há um fluxo grande de viagens de bicicletas na região das avenidas Edvaldo Pereira Paiva e Av. Presidente João Goulart, além do bairro do Jardim Europa. O uso do modal aos finais de semana teve maior característica de lazer, próximo ao Rio Guaíba. Nos dias úteis, as quartas e quintas-feiras são apontadas como os dias de maior volume de viagens, enquanto segunda-feira é o de menor volume. Já os finais de semana registram número de corridas mais expressivo, com sábado e domingo liderando o ranking.

Bicicletas: sábado e domingo registram maior volume de viagens

Durante a semana, a maior quantidade de partidas ocorre nos períodos da tarde, sendo o maior volume por volta das 18h. Esse perfil de viagem indica uma utilização para transporte ajudando os deslocamentos trabalho-casa.

Já aos finais de semana, o pico das viagens ocorre por volta das 10h, com volume considerável a partir das 16h – principalmente aos domingos. O volume de viagens de sábado é menor do que no domingo, mas os picos de horários de viagens são semelhantes.

As viagens possuem características diferentes entre dias úteis e finais de semana. Enquanto aos sábados e domingos as pessoas andam em média 4,3 quilômetros em 49 minutos (velocidade média de 5,3 km/h), em dias úteis a distância média é três quilômetros em 21 minutos (velocidade de aproximadamente 8,6 km/h).

Perfil das viagens com patinetes

Assim como no caso das bicicletas, a maior movimentação ocorre nas avenidas Edvaldo Pereira Paiva e Av. Presidente João Goulart, região do Parque Moinhos de Vento (Parcão). Há também um fluxo grande nos bairros Bom Fim, Jardim Europa e Rio Branco, o que pode indicar que as patinetes estão sendo utilizadas para fins de trabalho e/ou estudo. Segunda-feira continua sendo o dia de menor volume de corridas em dias úteis, e quarta-feira passa a ter o maior volume de viagens. Nos finais de semana, o volume de corridas é maior, com domingo liderando em proporção.

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Patinetes: domingo lideram em volume de corridas nos finais de semana

Nos dias úteis, o comportamento e a quantidade de viagens são semelhantes. Já nos finais de semana, os picos das viagens acontecem às 14h, registrando maior volume às 16h.

Nos dias úteis, o comportamento e quantidade de corridas são semelhantes

As viagens têm características diferentes entre dias úteis e finais de semana. Enquanto aos sábados e domingos as pessoas andam em média 2,3 quilômetros em 19 minutos (velocidade média de 7,3 km/h) em dias úteis a distância média é 1,7 quilômetro em 14 minutos (velocidade de 7,3 km/h).

Planejamento

Além de beneficiar milhares de usuários em seus deslocamentos diários, a operação de patinetes elétricas e bicicletas dockless (sem estações fixas) também apresenta subsídios ao poder público para o planejamento da mobilidade urbana.

Neste primeiro relatório, foi feita uma análise dos locais onde há viagens de patinetes elétricas e bicicletas e a relação desses equipamentos com a infraestrutura cicloviária existente – ciclovias, ciclofaixas e calçadas compartilhadas.

O levantamento apontou a carência de áreas dedicadas à micromobilidade nos bairros Menino Deus, Centro Histórico, Farroupilha (Parque – região mais arborizada da cidade), UFRGS (Campus Centro), Bom Fim, Rio Branco, Independência e Moinho de Vento. A implantação de infraestrutura nos trechos citados e o fortalecimento de zonas de acalmamento de tráfego na região são essenciais para garantir a segurança dos usuários e estimular patinetes e bicicletas, modais benéficos aos centros urbanos.

É essencial implantar malha cicloviária

O relatório apontou ainda a necessidade de infraestrutura dedicada nas ruas que dão acesso ao Centro Administrativo Municipal e o Centro Administrativo Estadual. Na região, o volume de viagens de bicicleta apresenta possível característica de trabalho.

Sobre a operação em Porto Alegre

A Grow – detentora dos patinetes Grin e Yellow – opera em Porto Alegre com bicicletas e patinetes elétricas desde fevereiro de 2019.

Dicas para o uso seguro do modal:

– Antes de sair, planeje o caminho;

– Use sempre o capacete bem preso à cabeça e ajustado adequadamente;

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– Não trafegar com mais de 1 pessoa;

– Idade mínima de 18 anos para locação de equipamentos;

– Dê sempre preferência ao pedestre. Lembre-se: o pedestre é o mais vulnerável. É obrigação de todos cuidar da sua segurança;

– Não use celular nem fone de ouvido enquanto conduz a bike ou o patinete. Esteja atento a sua condução;

– Respeite sempre os semáforos e as sinalizações de trânsito;

– Jamais conduza a bike ou o patinete se houver ingerido álcool;

– Segure sempre o guidão com as duas mãos;

– Esteja atento a irregularidades nas vias, como buracos, bem como galhos e árvores que possam oferecer riscos no seu trajeto.

Sobre a Grow

A Grow é uma holding que nasceu em janeiro de 2019, resultado da fusão entre as empresas de patinetes e bicicletas compartilhadas Grin e Yellow. A empresa está presente em 7 países e 23 cidades da América Latina – sendo 15 delas no Brasil. Terceira maior companhia de micromobilidade do mundo, a Grow alcançou, em junho de 2019, a marca de 10 milhões de corridas realizadas desde o início das operações da Grin e Yellow, em agosto de 2018.

Empresa pioneira na implantação do sistema de compartilhamento de patinetes elétricas no México, a Grin é uma startup de micromobilidade urbana que, por sua vez, surgiu em dezembro de 2018, fruto da fusão com a brasileira Ride, também pioneira no país.

A Yellow, empresa brasileira de soluções de mobilidade urbana individual fundada em junho de 2017, foi pioneira no compartilhamento de bicicletas em sistema dockless (redistribuição livre, sem estação para retirada e devolução), liberadas por meio de um aplicativo de celular.

A visão da Grow é disponibilizar “condução barata e divertida”. Seus principais objetivos são revolucionar a forma como as pessoas se locomovem por meio de alternativas de transporte, principalmente para as chamadas “primeira e última milha” das viagens urbanas; além de melhorar a circulação de pessoas em centros urbanos; otimizar os deslocamentos; e integrar diferentes modais de transporte.

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