Trabalhadores do Judiciário de Porto Alegre realizam protestos em apoio à greve geral – Porto Alegre 24 Horas
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Trabalhadores do Judiciário de Porto Alegre realizam protestos em apoio à greve geral

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Mais de uma centena de trabalhadores ligados ao Judiciário aderiram aos protestos realizados nesta sexta-feira durante a greve geral. O ato ocorreu em frente ao prédio do Foro Trabalhista de Porto Alegre no final da manhã e foi gamado pela Associação Dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 4ª Região (Amatra IV), pelas 29 entidades que integram a União Gaúcha em Defesa da Previdência Pública em parceria com as entidades que fazem parte da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas/RS).

”O objetivo é lutar por uma Previdência Pública que represente o presente e o futuro”, disse o presidente da União Gaúcha e da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Gilberto Schäfer. Segundo ele, o déficit divulgado pelo governo federal não é verdadeiro e a reforma retira direitos dos cidadãos.

Para o presidente da Associação dos Juízes Federais do Estado (Ajufergs), Gerson Godinho da Costa, a mobilização foi impotente para mostrar que se está diante de uma situação com graves desdobramentos e que pode se tornar ainda pior. “Não somos contra a reforma da Previdência desde que seja provada a sua necessidade”, explicou.

Na opinião de Godinho, o governo federal sequer explicou de forma transparente porque precisa ser feita a reforma. De acordo com ele, é necessário um amplo debate, que até agora não ocorreu por parte do poder Executivo nacional. Conforme explicou o presidente da Amatra IV, Rodrigo Trindade, o ato não era ligado a nenhuma central sindical ou partido político. “O que nos move aqui hoje é algo difícil de entender para aqueles que não têm valor, princípios e virtude. É isso que nos anima e nos chama aqui”, declarou.

O Ministério Público do Trabalho suspendeu o expediente em todas as suas unidades gaúchas. O motivo foi que a paralisação afetou o transporte público e poderia afetar a segurança também. Os prazos dos expedientes administrativos que venceriam ontem foram prorrogados para o primeiro dia útil seguinte e os casos de urgência foram atendidos em regime de plantão, via telefone celular divulgado no site da Procuradoria Regional do Trabalho. (Correio do Povo)



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