Segundo dia de greve dos servidores do Imesf afeta 14 Unidades de Saúde em Porto Alegre – Porto Alegre 24 Horas
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Segundo dia de greve dos servidores do Imesf afeta 14 Unidades de Saúde em Porto Alegre

Segundo Prefeitura, a greve dos servidores do Imesf afeta cerca de 74 mil pessoas

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Foto: Divulgação | Imesf

14 postos de saúde de Porto Alegre são afetados nesta quinta-feira por conta da greve dos servidores vinculados ao Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família. 11 unidades estão totalmente fechadas. São elas: a Unidade de Saúde Esperança Cordeiro, Passo das Pedras II, Santa Maria e Timbaúva, na zona norte; e as unidades Jardim Protásio Alves, Laranjeiras, Milta Rodrigues, Pitinga, São Pedro, Vila Safira e Wenceslau Fontoura, na zona leste. Os outros 3 postos estão com atendimento restrito. São eles: a Unidade de Saúde Ernesto Araújo, na zona leste e as Unidades Divisa e Alto Embratel, na zona Sul. Conforme a Prefeitura de Porto Alegre, a greve dos servidores do Imesf afeta cerca de 74 mil pessoas.

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A reunião de negociação entre o Secretário Municipal de Saúde Pablo Stürmer e integrantes dos sindicatos que representam os trabalhadores do Instituto, marcada para a próxima terça-feira, dia 22, foi cancelada. O anúncio foi feito através de uma nota emitida pela pasta nesta quinta-feira. O motivo do cancelamento, conforme a Secretaria de Saúde, foi o não cumprimento do prazo legal de 48 horas para o início da paralisação dos servidores, a partir da entrega do ofício que comunicava a greve. O documento foi entregue na segunda-feira à tarde e a paralisação foi retomada nessa quarta-feira pela manhã.

A greve dos servidores deve seguir até amanhã. Os manifestantes são contrários à extinção do instituto. Se o órgão realmente for extinto, cerca de 1.800 funcionários devem ser demitidos.

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No entanto, após uma audiência com a ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber nessa quarta-feira, integrantes do sindicato que representa os servidores da saúde de Porto Alegre foram comunicados que as demissões decorrentes da extinção do Imesf não precisam ser feitas de forma imediata.

De acordo com o Sindisaúde-RS, Rosa Weber justificou que a decisão sobre a necessidade de extinguir o Instituto ainda não transitou em julgado, e que pelo menos três embargos de declaração seguem pendentes de julgamento. (Gilberto Echauri | Band)

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