Prefeitura divulga nota após anúncio de extinção do Instituto de Saúde da Família, mais de 1.800 pessoas devem perder o emprego
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Prefeitura divulga nota após anúncio de extinção do Instituto de Saúde da Família, mais de 1.800 pessoas devem perder o emprego

O custo para as rescisões é de cerca de R$ 60 milhões

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Foto: Reprodução | Sul21

Segundo balanço realizado pela Secretaria Municipal da Saúde, 68 unidades de saúde do Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família (Imesf), responsável pela atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS) da Capital, fecharam as portas na tarde desta terça-feira, 17. A paralisação dos funcionários deixou mais de 400 mil pessoas sem atendimento.

A Prefeitura lamenta que a população que mais precisa de assistência médica tenha sido prejudicada por uma ação coordenada por muitos sindicatos e associações que, em 2011, foram os autores da ação que resultou na extinção do Imesf pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A administração municipal e os cidadãos porto-alegrenses não têm responsabilidade sobre a decisão judicial provocada pelos sindicatos há oito anos.

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O projeto apresentado pelo Município para assegurar e qualificar os serviços de saúde é amplo. Em alguns meses, os atendimentos serão ainda mais eficientes e a população terá à disposição a melhor atenção primária da história de Porto Alegre.

Pela proposta do Município, os profissionais seguem atuando durante o processo de reorganização e aviso prévio. Existe, também, a expectativa de que muitos desses trabalhadores, pela experiência e qualidade adquiridas, sejam absorvidos pelo contratante emergencial.

É preciso que todos tenham responsabilidade profissional e espírito público neste período de transição. Em breve, tudo estará resolvido, e o melhor: com um serviço de saúde ainda mais qualificado para os porto-alegrenses.

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