Porto Alegre registra o menor número de mortes no trânsito em 20 anos
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Trânsito

Porto Alegre registra o menor número de mortes no trânsito em 20 anos

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O período de janeiro a julho deste ano foi o menos violento no trânsito desde 1998 em Porto Alegre. Durante os primeiros sete meses de 2018, 45 pessoas morreram em razão de acidentes na Capital gaúcha, um número ainda elevado e preocupante, mas que representa menos da metade das 108 mortes registradas em 1998.

Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (02) pela Coordenação de Informações de Trânsito da EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação). O mês de julho encerrou com uma redução de 71% nos acidentes fatais no trânsito de Porto Alegre na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram registradas duas mortes, contra sete casos em julho de 2017. Houve redução de 19% no número total de acidentes (1.127 para 906) e queda de 23% na quantidade de feridos (508 para 390).




Não houve registro de mortes envolvendo motociclistas, contra um caso em julho do ano passado. Foi registrada uma redução de 80% em vítimas fatais por atropelamentos (de cinco para uma). Em 2018, julho e fevereiro foram os meses com o menor número de vítimas fatais no trânsito (duas).

Se forem comparados os dados do início do ano até agora com relação ao ano anterior, houve diminuição de 8% no total de acidentes (7.162 a 6.573), redução de 10% em feridos (3.119 a 2.803) e queda de 16% nas mortes (54 a 45). Os acidentes fatais envolvendo motocicletas caíram 20% (20 a 16) e os por atropelamentos 35% (28 a 18).

O diretor-presidente da EPTC, Marcelo Soletti, avaliou as razões da redução geral da acidentalidade: “Essa redução ocorre em razão de um trabalho integrado entre EPTC, Brigada Militar, Guarda Municipal, Polícia Civil e Detran, além de outros órgãos de segurança, com envolvimento cada vez maior da sociedade na missão pela segurança no trânsito. É o resultado de ações contínuas de educação para o trânsito, medidas de fiscalização e também de obras de engenharia viária. O trabalho não para, sempre pela preservação da vida”.



Motocicletas

Mesmo que as motocicletas representem apenas 11% (94 mil) da frota de veículos cadastrados na Capital gaúcha (835 mil), entre 2013 e 2017 os motociclistas se envolveram em 40% dos óbitos no trânsito. Foram pelo menos 550 vítimas fatais nesses últimos cinco anos, sendo 220 casos relacionados a motos, considerando motociclistas e pedestres atropelados por motocicletas. No primeiro semestre de 2018, entre as 42 mortes no trânsito, 22 casos estiveram relacionados às motocicletas, sendo 15 condutores, um carona e seis pedestres vítimas de atropelamentos, de acordo com a EPTC.





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