Placas de rua: Proposta é mais que o dobro do previsto em edital – Porto Alegre 24 Horas
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Placas de rua: Proposta é mais que o dobro do previsto em edital

Leilão ocorreu na tarde desta terça-feira

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Foto: Alex Rocha | PMPA

A Prefeitura de Porto Alegre concluiu mais uma etapa da transformação do mobiliário urbano em benefício ao cidadão. O leilão para concessão das placas de rua com informação e serviço para toda Capital foi realizado nesta terça-feira, 7. A empresa Imobi, especialista nesta área, apresentou lance no valor de R$ 18 milhões, mais que o dobro da oferta mínima prevista no edital, que era de R$ 8,9 milhões.

Em 36 meses, serão mais de 82 mil novas placas de rua instaladas em forma de conjuntos nas esquinas ou em estruturas como paredes de casas ou postes. O edital prevê a produção, instalação, conservação e manutenção dos equipamentos.

O prefeito Nelson Marchezan Júnior destaca que a ação faz parte do projeto para melhorar Porto Alegre, que já conta com a concessão dos relógios de rua e está em fase de consulta pública para concessão dos abrigos de ônibus. “Estamos buscando alternativas para qualificar o mobiliário urbano. É um modelo de gestão sustentável, que permite a iniciativa privada investir em serviços e bens públicos. Sai ganhando a empresa, a prefeitura, mas sobretudo a população, que terá a informação que necessita”, diz o prefeito.

A partir de agora, se inicia a fase de habilitação e recursos. Depois de concluída esta etapa, a empresa poderá ser declarada vencedora do certame. O segundo colocado foi o consórcio Al Space Placas de Rua, composto pelas empresas Ativa e Kallas.

Para o secretário municipal de Parcerias Estratégicas, Thiago Ribeiro, a proposta, bem superior à prevista, foi uma surpresa positiva. “Demonstra confiança das empresas na prefeitura e no trabalho que estamos fazendo. Teremos novas placas em todos os cruzamentos de Porto Alegre e garantimos R$ 18 milhões aos cofres públicos que podem ser revertidos para outros tipos de obras relacionadas ao mobiliário urbano”, pontua.

Contrato – A concessão terá um contrato de 20 anos. Estão previstos a colocação de 4.412 conjuntos com estruturas próprias em 24 meses e a instalação dos 36.827,em estruturas de casas e postes, com conclusão de 36 meses. O investimento para a instalação está estimado em R$ 9,4 milhões.

As placas deverão ter nome completo e uma breve descrição da origem do nome da via, além do número do código de endereçamento postal e a numeração da quadra. Os conjuntos com estruturas próprias ainda terão o nome como a via é popularmente conhecida. (PMPA)

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