“A perda de emprego não existe mais. O Brasil é o país do trabalho”, afirma o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira – Porto Alegre 24 Horas
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“A perda de emprego não existe mais. O Brasil é o país do trabalho”, afirma o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira

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A Justiça do Trabalho avalia não aplicar parte das novas regras da reforma trabalhista por considerar que elas violam direitos previstos na Constituição ou em convenções internacionais. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, diz que uma das competências da Câmara e do Senado é cumprir a Constituição. Uma vez que o projeto já foi aprovado nestas instâncias, significa que não é inconstitucional. Em Porto Alegre, em visita à Rede Pampa, na tarde desta sexta-feira (13), ele falou que a aprovação deverá ocorrer em novembro.

Com otimismo, Nogueira vê a reforma trabalhista com bons olhos e acrescenta que “o trabalho intermitente é uma realidade no mundo, uma vez que o modelo antigo com o trabalhador atuando em uma firma com endereço fixo não existe mais”. Ele exemplifica trazendo à tona a sazonalidade de alguns setores, como o hoteleiro, eventos e promoções, que exigem novas relações entre contratado e contratante.




Com relação à terceirização, o ministro é taxativo em afirmar: “não gosto desta expressão, temos que pensar não em terceirização, mas em cadeia diferenciada por setores”. A terceirização, segundo ele, “é um fenômeno global e uma realidade no Brasil e a modernização da legislação vai aprimorar a garantia de direitos desses trabalhadores. É preciso pensar na reorganização da cadeia econômica”.

Ronaldo Nogueira reitera que a reforma trabalhista está ancorada em três eixos: consolidação dos direitos do trabalhador, segurança jurídica e geração de empregos, por isso sua crença neste novo momento. Segundo ele, nos últimos dois anos o Brasil reduziu 100 mil postos de trabalho/mês. De dezembro de 2015 a dezembro de 2016, perdeu 1.250.000  postos. Em 2017, alcançou seu sétimo mês de produção positiva, com 300 mil postos de trabalho ocupados no período. “A perda de emprego não existe mais. O Brasil é o país do trabalho”, afirma.

Nogueira acredita que a jornada parcial, a produtividade e o trabalho intermitente deverão gerar novos postos em dois anos e ele traz o exemplo da indústria automobilística, que desde setembro voltou a atuar em dois turnos e anunciou investimentos na ordem de 15 bilhões de reais. “Das sete principais áreas econômicas, de abril para cá, todas estão apresentando geração de emprego”. Para o ministro do Trabalho, não resta dúvidas de que 2018 será bem melhor que 2017. (Clarice Ledur/O Sul)




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