Pai de PM assassinado em Porto Alegre, disse que o filho amava trabalhar nas ruas – Porto Alegre 24 Horas
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Polícia

Pai de PM assassinado em Porto Alegre, disse que o filho amava trabalhar nas ruas

Com honras militares, cercados de amigos, colegas de trabalho e familiares, corpo do soldado Barbosa foi enterrado na manhã desta quarta-feira

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Foto: Reprodução
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O pai do soldado do 1° Batalhão de Polícia Militar, Gustavo de Azevedo Barbosa Júnior, de 26 anos, assassinado por bandidos em um confronto na madrugada de quarta-feira (10), numa região próxima à praça Guia Lopes e Avenida Teresópolis, na Zona Sul de Porto Alegre, disse que seu filho amava trabalhar nas ruas da Capital.

Ele estava no banco do passageiro na viatura da Brigada Militar, quando foi atingido por um disparo de arma de fogo na cabeça. A guarnição se deparou com um veículo que estava com alerta de roubo e quando se aproximaram, foram recebidos a tiros pelos bandidos. O policial chegou a ser socorrido e levado para o Hospital de Pronto Socorro, mas infelizmente acabou não resistindo aos ferimentos.

Gustavo deixou esposa, seus pais e uma irmã. Ele era considerado um soldado linha de frente, amigo e ótimo profissional. Gustavo de Azevedo Barbosa, de 50 anos, contou emocionado, que seu filho sempre se preocupava com o próximo. Disse que o filho percebeu a vocação militar quando serviu no Exército Brasileiro, quando passou a estudar para o concurso da Brigada Militar. Júnior como era cariosamente chamado pela família, ficou em sétimo lugar entre os mil alunos que fizeram o curso na academia de polícia militar.

Ele ficou muito feliz com a aprovação a com a colocação privilegiada, já que assim, poderia escolher onde iria servir. O pai contou que ainda teria conversado com o filho e o aconselhado a pegar um serviço interno, mas a grande paixão de seu filho seria trabalhar na rua. Gustavo acabou escolhendo o Batalhão de Ferro da Brigada Militar, na Zona Sul de Porto Alegre.

Gustavo estava há três anos na Brigada Militar e era considerado pelos seus colegas de farda. Participou de várias prisões de grande porte. O pai conta que Gustavo era seu filho único e por isso eram tão apegados. Ele lamenta que seu filho, uma pessoa correta e íntegra, morreu fazendo aquilo que mais amava.


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