Operação tem como alvo “laranjas” da facção Bala na Cara no comércio de Porto Alegre
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Polícia

Operação tem como alvo “laranjas” da facção Bala na Cara no comércio de Porto Alegre

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A segunda fase da Operação Toll foi deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (9). A ação tem como objetivo desmantelar um esquema de extorsão no comércio local implantado pela facção Bala na Cara no Centro Histórico de Porto Alegre. Na última sexta-feira (6), policiais da 17ª Delegacia de Polícia da capital iniciaram a operação, que resultou na prisão de 15 pessoas. Conforme a polícia, desde sexta-feira novas denúncias foram recebidas.

Na ação de hoje, o objetivo é descobrir quem são os “laranjas” da facção que atuam infiltrados nos comércios legal e ilegal em lojas e salas comerciais. Também espera-se identificar, junto da prefeitura, os proprietários dos prédios abandonados no Centro Histórico ocupados por criminosos. Um quartel-general da Bala na Cara ficava em um edifício vazio na rua Voluntários da Pátria, entre as ruas Vigário José Inácio e Doutor Flores.

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A Polícia Civil quer montar um esquema estratégico para manter a fiscalização a fim de que as extorções com lojistas parem. Para isso, a corporação deve buscar auxílio da Brigada Militar.

Entenda

A facção Bala na Cara cobrava, inicialmente, taxas para que ambulantes, profissionais do sexo, flanelinhas, assaltantes e venderores informais exercessem suas atividades no Centro. Depois, os criminosos começarama mirar nos comerciantes devidamente legalizados. O “pedágio” era cobrado mensalmente, com valores entre R$ 50,00 e R$ 400,00. O faturamento da facção por mês chegava a até R$ 100 mil, que era usado para investir em armamentos e drogas para a quadrilha.

O Sul

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