Ministério Público pede restrição do uso de inseticida apontado como um dos causadores da morte de abelhas no RS
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Ministério Público pede restrição do uso de inseticida apontado como um dos causadores da morte de abelhas no RS

Pelo menos uma das empresas responsáveis pela comercialização já substituiu o produto.

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Foto: Unsplash

O Ministério Público gaúcho sugere que o Governo suspenda o registro do inseticida Fipronil, na modalidade foliar, no estado. A recomendação se dá após estudos técnicos apontarem que o produto está entre as causas da mortandade de abelhas no Rio Grande do Sul.

Um inquérito apurou que em torno de 400 milhões de abelhas morreram em 32 municípios gaúchos entre outubro de 2018 e março deste ano.

O MP já havia proposto às empresas produtoras do inseticida que interrompessem a comercialização de maneira voluntária. Apenas uma delas, a Nufarm, concordou.

Para o promotor de Justiça Alexandre Saltz, o fato demonstra também que existem alternativas ao Fipronil:

“Nós entendemos que mesmo que uma só tenha consolidado já é o suficiente, pois demonstra que o produto causa danos irreparáveis ao meio ambiente, há um prejuízo econômico intenso com a morte das abelhas e também pois têm outros produtos que podem ser utilizados nos lugares desses que não vão causar nenhum impacto na agricultura no estado.”

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