Ministério da Saúde confirma primeira morte pelo vírus Influenza no RS em 2019 – Porto Alegre 24 Horas
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Saúde

Ministério da Saúde confirma primeira morte pelo vírus Influenza no RS em 2019

No território gaúcho, as doses já estão sendo aplicadas em gestantes e crianças entre seis meses e cinco anos

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Foto: Divulgação
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O balanço epidemiológico de infecções pelo vírus Influenza, divulgado pelo Ministério da Saúde, é questionado pelo setor no Rio Grande do Sul. O documento informa o primeiro caso fatal envolvendo a doença no Estado, ainda que sem qualquer tipo de detalhes de idade e gênero da vítima.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o paciente foi atendido e diagnosticado em São Paulo. Por isso, de acordo com os parâmetros estabelecidos pela pasta, não há vínculo entre a vítima e o Rio Grande do Sul – apesar dela ter sido caracterizada desta forma por se declarar residente da cidade de Santa Rosa, localizada no Noroeste do território gaúcho.

O relatório mostra, ainda, a existência de outros cinco casos confirmados da doença em território gaúcho, número que também consta nos dados colhidos localmente. Vinte e três ocorrências permanecem sob investigação, ainda sem qualquer tipo de categorização a respeito da origem da infecção.

O Ministério da Saúde confirma cinquenta e cinco mortes vinculadas à Influenza em todo o Brasil. Somente no estado do Amazonas, no Norte do país, foram trinta e três fatalidades – o que provocou a antecipação da força-tarefa de imunização por lá.

No território gaúcho, as doses já estão sendo aplicadas em gestantes e crianças entre seis meses e cinco anos. Os grupos foram eleitos como prioritários, já que apresentaram os menores índices de cobertura na campanha do ano passado. Os demais públicos-alvo – como, por exemplo, idosos, profissionais da educação e da saúde – poderão tomar a vacina a partir do dia 22.

A mobilização, que tem “Dia D” marcado para quatro de maio, continua até o final do quinto mês do ano. 90% das pessoas que compõem os grupos de risco devem ser imunizadas até lá.

As características de mutação do vírus da gripe fazem com que a vacinação seja anual. Ou seja: as pessoas que se protegeram no ano passado precisam renovar o cuidado nesse período.


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