Latrocínios no trimestre caem ao menor número já contabilizado na história do RS
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Latrocínios no trimestre caem ao menor número já contabilizado na história do RS

O balanço não inclui a morte do advogado Gabriel Pontes Fonseca Pinto, 28 anos, no último dia 26, em Porto Alegre

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Foto: Reprodução

O primeiro trimestre de 2019 encerrou com um resultado expressivo para a Segurança Pública do Rio Grande do Sul no que diz respeito ao combate e na prevenção de um dos crimes de maior gravidade: o número de registros oficiais de latrocínios no Estado foi o menor em toda a série histórica de indicadores criminais, que teve início em 2002. Entre janeiro e março deste ano, foram 16 ocorrências de roubos com morte*. A menor marca anterior (17) ocorreu no primeiro ano do monitoramento.

Os 16 casos do trimestre representam uma queda de 23,8% frente aos 21 ocorridos em 2018 no mesmo período. Na Capital, também houve retração considerável, de 80%, passando de cinco latrocínios nos três primeiros meses do ano passado para um caso em 2019* – marca que não era alcançada desde 2012.

Na comparação mensal, os roubos com morte também diminuíram. Em todo o Estado, a queda foi de 37,5%, com oito casos em março de 2018 e cinco no mês passado, o menor índice desde 2011, quando haviam sido quatro latrocínios. Na Capital, em igual recorte, a retração foi de 66,7%: de três ocorrências para uma, o menor número desde 2012, quando não houve registro desse tipo de crime no terceiro mês do calendário.

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*O balanço não inclui a morte do advogado Gabriel Pontes Fonseca Pinto, 28 anos, no último dia 26, em Porto Alegre, que começou a ser apurada como homicídio, uma vez que nada havia sido levado da vítima. A partir da prisão de um suspeito no início de abril, a investigação passou a considerar latrocínio como hipótese principal, mas essa ocorrência só poderá ser somada aos 16 roubos com morte após a conclusão do inquérito. Caso se confirme a alteração no tipo de crime, o saldo do primeiro trimestre ficará igual à menor marca já registrada, em 2002.

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