Goleiro Bruno consegue progressão para regime semiaberto
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Goleiro Bruno consegue progressão para regime semiaberto

O ex-goleiro de Atlético-MG e Flamengo estava em regime fechado pela morte de Eliza Samúdio

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Foto: Reprodução

O juiz Tarciso Moreira de Souza, da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais da comarca de Minas Gerais, concedeu progressão ao regime semiaberto para Bruno Fernandes, mais conhecido como goleiro Bruno. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (18). O preso tinha uma falta grave por encontrar mulheres em horário de trabalho externo. Com a retirada da punição, pelo Tribunal de Justiça de MG, o magistrado decidiu conceder o benefício.

Sem a falta, para o juiz, o réu cumpre as exigências necessárias para a mudança, pois já cumpriu o tempo necessário da pena em regime fechado. Souza compreende, assim, que Bruno já está apto para ser reiserido na sociedade.

Liberdade

A partir de agora, o goleiro deverá ter uma audiência de instrução, onde serão fixadas as condições da progressão de regime. Além disso, antes de sua soltura, haverá a comunicação das autoridades locais.

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Em regime semiaberto, Bruno deverá seguir regras como manter seu endereço atualizado à Justiça; comparecer em juízo todo mês; permanecer em casa entre 20h e 6h, além de domingos e feriados; não se envolver em nenhum tipo de crime; comprovar que está trabalhando; dentre outras.

O crime

O goleiro Bruno foi condenado a 20 anos e nove meses de prisão pela morte da mãe de seu filho, Eliza Samúdio, e por sequestro e cárcere privado do menino. O corpo da vítima nunca foi encontrado. Ele também havia sido condenado por ocultação de cadáver, mas a Justiça entendeu que o crime prescreveu e a pena foi extinta.

Eliza teria ido com Macarrão e um adolescente, do Rio de Janeiro para Minas Gerais, com a promessa de um apartamento e pensão alimentícia. Porém, ela sofreu agressões no caminho e, novamente, no local. Bruno, Macarrão e o adolescente a teria levado para Vespasiano, onde as investigações apontam que ela foi estrangulada pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e, após, desossada em uma mala que viria a ser queinmada após. (O Sul)

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