Funcionária grávida é impedida de ir ao banheiro e forçada a urinar nas próprias roupas – Porto Alegre 24 Horas
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Funcionária grávida é impedida de ir ao banheiro e forçada a urinar nas próprias roupas

Tal fato gerou um processo de dano moral para a funcionária, no valor de R$ 5 mil reais.

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Uma mulher grávida, funcionária de um supermercado do litoral passou por momentos de constrangimento.

A funcionária teria pedido para ir ao banheiro em meio ao expediente e não teria recebido liberação de seus superiores. Um agravante para a situação é o fato de que ela, além de grávida estava com uma infecção urinária na ocasião e acabou tendo que urinar na própria roupa e obrigada a trabalhar até o fim do expediente com as roupas sujas, atendendo aos clientes.

Tal fato gerou um processo de dano moral para a funcionária, no valor de R$ 5 mil reais. O pagamento de tal indenização é determinado em situações que alguém é desrespeitado no âmbito da dignidade, que é um princípio constitucional.

Uma testemunha, também funcionária do mesmo supermercado, contou que em caso de necessidade de ir ao banheiro, o funcionário deve pedir permissão ao fiscal de caixa para ir ao banheiro. Ela conta também que muitas vezes a autorização não era concedida pois o fiscal exigia que todos clientes fossem atendidos antes, porém o fluxo constante de clientes tornava quase impossível a ida ao banheiro.

O simples ato de controlar a ida ao banheiro por funcionários já tem gerado indenizações na Justiça.

Ainda na decisão, foi reconhecida a estabilidade provisória no emprego desde o momento da demissão até cinco meses após o parto. Isso porque a trabalhadora foi dispensada quando já estava grávida, em 2014.


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