‘É feia mesmo, não é nenhuma mentira', diz Guedes sobre primeira-dama francesa
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Política

‘É feia mesmo, não é nenhuma mentira’, diz Guedes sobre primeira-dama francesa

A Embaixada da França em Brasília afirmou que não vai se manifestar sobre a declaração do ministro

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Foto: Adriano Machado/Reuters

Nessa quinta-feira (5), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que Brigitte Macron, mulher de Emmanuel Macron, presidente da França, “é feia mesmo”. A declaração foi feita durante o evento “A Nova Economia do Brasil – o impacto para a região Nordeste”, ocasião em que Guedes classificou o governo de Bolsonaro como “progresso” e citou o episódio em que o presidente falou sobre a mulher de Macron.

A Embaixada da França em Brasília afirmou que não vai se manifestar sobre a declaração do ministro. Durante coletiva de imprensa, ele foi questionado sobre a afirmação que deu a respeito da esposa de Macron, e respondeu: “Chamar a primeira dama de feia? Não sei do que você tá falando”. Em seguida, explicou: “O que eu tenho a ver com a opinião a respeito da primeira dama francesa? Você viu que a gente brincando, falando que o presidente é uma pessoa com bons princípios, e às vezes, na forma de falar, ele extrapola, brinca…”.

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Ele ainda afirmou que as críticas deveriam ter sido feitas sobre a intervenção internacional que Macron sugeriu na Amazônia. “Vocês deviam estar criticando isso, o Macron tá querendo fazer uma intervenção porque chamaram a mulher dele de feia, olha só que coisa horrível. Quer dizer que se alguém chamar sua mulher de feia você pode fazer uma intervenção internacional? Em quem chamou a mulher de feia? Você devia criticar isso. Você apoia uma intervenção internacional no Brasil, na Amazônia?”, questionou.

Entretanto, à noite, Guedes se desculpou por meio de nota. “O Ministro Paulo Guedes pede desculpas pela brincadeira feita hoje em evento público em Fortaleza (CE), quando mencionou a primeira-dama francesa Brigitte Macron. A intenção do ministro foi ilustrar que questões relevantes e urgentes para país não têm o espaço que deveriam no debate público. Não houve qualquer intenção de proferir ofensas pessoais”. (JBR)

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