Dica Porto Alegre 24 horas: Salto do Yucumã – Porto Alegre 24 Horas
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Dica Porto Alegre 24 horas: Salto do Yucumã

Quedas incríveis de água no RS

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Foto: Fernanda Larini / Instagram: @chapinhanamala
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Derrubadas fica a cerca de 490Km de Porto Alegre. Do centro da cidade até a entrada do parque são 4 Km. Dali são mais 15Km de estrada de terra que podem ser percorridos em carro/moto/bicicleta ou à pé. A velocidade máxima permitida é de 30Km/h e é imprescindível respeitar esse limite, porque não raro você vai se deparar com um lagartão buscando sol na estradinha. Além do cuidado com a fauna local, você aprecia a belíssima e preservada vegetação nativa e um (sempre lindo) balé de borboletas.

Esses 15Km levam ao estacionamento que está a uns 5 minutos de caminhada do Salto.
Os preços de ingresso ao Parque do Turvo (onde está o Salto) são:
R$ 7,27 (moto), R$ 11,98 (automóvel) e R$ 39,99 (utilitário leve); os valores são por veículo e incluem todos os seus passageiros.

O Salto do Yucumã ou Iucumã ou Tucumã ou Grande Salto Yocoma’ ou ainda Saltos del Mocon é um importante conjunto de quedas d’água entre o noroeste do município de Derrubadas, no estado brasileiro do Rio Grande do Sul, e ao sudeste do município de San Pedro, na província argentina de Misiones. É a maior queda da água longitudinal do planeta

Em língua guarani, moconá significa “que tudo engole”. Os saltos se dão ao longo de 1.800 metros e atingem uma altura de até 20 metros.

De relevo acidentado, sulcada por numerosos cursos de rios e arroios e coberta por uma importante massa arborizada, somente no Salto Yucumã (lado Brasileiro) é possivel observar a queda d’água, ja os Saltos do Moconá (lado Argentino) oferecem mais de cem alternativas para viver a natureza. Realizam-se travessias em veículos com tração nas quatro rodas; atividades de sobrevivência em plena selva; turismo de estadia com cavalgadas, caminhadas, passeios em jipe, canoagem e serviços artesanais e caseiros; também a descida do rio em canoas, o chamado rafting no meio de galerias no meio do mato da selva pelos rápidos ribeiros.

Se podem observar a flora e a fauna ingressando pelas picadas, descobrindo a cada passo como convivem harmoniosamente mil formas de vida: árvores, arbustos, cipós, trepadeiras, plantas que crescem umas sobre as outras, as chamadas “epífitas” junto a aves, mamíferos, répteis, peixes e anfíbios num equilíbrio natural.

Na década de 1970 foram feitos estudos para a construção de usinas e o aproveitamento do potencial hidrelétrico da região. Mas o projeto foi abandonado por causa dos altos custos ecológicos e ambientais uma vez que a própria lei de conservação da região impede que se submerja as quedas d’água do Iucumã. Existe um projeto de construir uma represa menor, logo após as quedas d’água: a represa Panambi.

 


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