Deputado da tatuagem explica pedido de “nude” durante votação na Câmara – Porto Alegre 24 Horas
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Política

Deputado da tatuagem explica pedido de “nude” durante votação na Câmara

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O polêmico deputado federal Wladimir Costa (SD-PA) explicou nesta quinta-feira, em entrevista à Rádio Guaíba, a foto da tela do seu celular que mostra ele pedindo um “nude” de uma mulher no Whatsapp durante a sessão da Câmara dos Deputados que rejeitou o prosseguimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer. Costa ganhou notoriedade no começo desta semana ao tatuar o nome de Temer em seu ombro.

Wladimir Costa explicou que seu pedido ocorreu por conta da “insistência” da mulher para que ele tirasse a camisa no plenário e mostrasse a sua tatuagem. “Ela estava há dois dias insistindo para que eu tirasse a camisa no Plenário para mostrar a tatuagem. Eu expliquei que não podia. Ela ficou insistindo e então dei o exemplo de renomadas jornalistas que não precisam mostrar seus dotes para provar isso. Eu também não preciso tirar a camisa para provar mostrando a tatuagem. Então falei para ela mandar a bunda para ver se não ficava famosa. Embora ela não ficaria famosa porque é bem ‘feinha’, uma ‘branquela’ bem desarrumada”, disse Costa.



O deputado seguiu com declarações polêmicas ao comentar o fato de a deputada Shéridan Oliveira (PSDB-RR) ter sido chamada de “gostosa” por um outro parlamentar (não identificado) quando foi chamada para votar. Wladimir Costa disse considerar a situação como normal. “Chamar uma mulher de gostosa não é ofensa. Se eu fosse mulher estaria com o meu ego inflado. Ela é uma gata mesmo. Muito bonita e muito preparada. A Câmara tem deputadas lindas. Se ela é gostosa eu não sei. Tem mulher que é bonita para caramba, mas não é gostosa. Tem mulher que não é tão bonita, mas na hora é gostosa”, afirmou.

Diante da surpresa com as declarações, Wladimir Costa disse que é uma pessoa autêntica e que não pratica hipocrisia. Para ele, por isso que conseguiu chegar ao seu quarto mandato como deputado. “Entre ser um ator e não ser o que eu sou, ser hipócrita, eu sou o que sou. Tem deputado que muda de religião em cada cidade para ganhar eleitor. Eu sou só uma personalidade. Ou me ama ou me odeia. Acho que por isso estou em meu quarto mandato”, afirmou o parlamentar, que disse não ter ambições de concorrer a cargos maiores.

“Não tenho sonho nenhum de ser governador ou senador. Não quero cargo executivo algum. Até de deputado eu já estou de ‘saco cheio’. Até a minha família não quer, querem que eu fique na minha área que é rádio, televisão e marketing”, completou. (Correio do Povo)



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