Com voos cancelados, brasileiros relatam caos no aeroporto de Santiago, no Chile – Porto Alegre 24 Horas
Connect with us

Mundo

Com voos cancelados, brasileiros relatam caos no aeroporto de Santiago, no Chile

Várias estações de metrô foram incendiadas no país.

Publicado há

em

Foto: Reprodução

Com o cancelamento de dezenas de voos por causa dos violentos protestos realizados no Chile desde sexta-feira (18), milhares de pessoas ficaram ilhadas no aeroporto internacional de Santiago, capital do país. Pelas redes sociais, brasileiros relatam as dificuldades para obter informações e remarcar os voos.

Segundo os passageiros, no aeroporto não há funcionários para dar orientações. Relatos também dão conta de que não há locais abertos para se comprar comida ou água.

Em nota, a Latam informou que “lamenta a situação pela qual estão passando seus passageiros e reforça que está fazendo o máximo esforço para minimizar os impactos em sua operação e oferecer soluções de viagem e flexibilidade”.

Leia:
Polícia encontra 39 corpos dentro de caminhão no Reino Unido

Por causa das manifestações, a companhia decidiu cancelar todos os seus voos com origem no aeroporto de Santiago entre as 19h de domingo (20) e as 10h desta segunda (21), com exceção de três: LA530, LA704 e LA2364. Na noite de domingo (20), a companhia informou que 11 voos com destino a Santiago também haviam sido cancelados e que os passageiros poderiam reprogramar a passagem pelo site da empresa.

A onda de protestos violentos que se instalou no Chile começou por causa do aumento do preço da passagem do metrô. As manifestações e confrontos, que iniciaram na capital, se espalharam por diversas partes do país, mesmo após o presidente Sebastián Piñera ter cancelado, na noite de sábado (19), o reajuste no metrô, estopim para a crise atual.

Leia:
Revolta contra Igreja Universal gera morte e crise diplomática em país africano

O metrô de Santiago chegou a ser fechado. Ônibus, estações e edifícios foram incendiados e houve saques e confrontos de manifestantes com a polícia. Pelo menos oito pessoas morreram e mais de 1.460 foram presas. Militares atuam nas ruas para conter a violência. (O Sul)

loading...
Patrocínio