Caso Bernardo | Assista julgamento AO VIVO – Porto Alegre 24 Horas
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Caso Bernardo | Assista julgamento AO VIVO

Sessão deve voltar até as 20:00. Debate é ultima etapa do julgamento.

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O debate é a última etapa antes que o júri decida se os réus são culpados ou inocentes. O Ministério Público (MP) terá quatro horas para defender sua tese e a defesa de cada réu (Leandro Boldrini, Graciele Ugulini, Edelvânia Wirganovicz e Evandro Wirganovicz) poderá utilizar uma hora, cada um, para manifestações. Pode haver réplica (de duas horas para o MP) e tréplica (mais duas horas, divididas entre as defesas).

Acompanhe os principais momentos do debate:

  • O primeiro a falar, Bruno Bonamente, promotor do Ministério Público, afirma que os quatro réus são culpados. “Já peço, de saída, a condenação dos réus em todos esse crimes”, disse ele.
  • “Isso [o assassinato de Bernardo] foi meticulosamente arquitetado”, defende Bonamente.
  • Ministério Público traz áudio de outra amiga de Graciele, Sandra, que disse que foi procurada pouco antes da morte de Bernardo pela amiga, que a disse que Bernardo era “psicopata”.“Ela [Graciele] foi sondar a Sandra para ver se a Sandra participaria de seu intento, só que ela não teve receptividade, então, recuou”. defendeu o promotor.
  • O promotor afirma que Edelvânia tentou invalidar seu primeiro depoimento, dado à Polícia na ocasião em que mostrou aos investigadores onde estava a cova. Ele diz que isso não é verdade, já que “a delegada teria dito coisas para ela [Edelvânia] que só ela poderia saber”.
  • Bonamente diz que a pá, comprada por Edelvânia, não foi utilizada para abrir a cova. Segundo a perícia, a pá “teve pouco ou nenhum uso”. Para o promotor, a pá e/ou a cavadeira “foram utilizados pelas duas para fechar o buraco”.
  • Promotor diz que Evandro foi o responsável por cavar a cova em que, dois dias depois, foi enterrado Bernardo. Evandro teria alegado que estava em férias quando foi às proximidades de onde Bernardo foi enterrado, mas a empresa em que trabalhava não disponibilizou esse atestado de férias, defenderam os promotores. “Até hoje, o Evandro não conseguiu provar que estava em férias”, declara.
  • Ministério Público mostra imagens (não autorizadas a serem exibidas) de como o menino foi encontrado no local do crime para o júri. De acordo com descrição do promotor, Bernardo estava em posição fetal. “A vontade dele era a de voltar para o útero”.
  • Órgão público critica de maneira incisiva os argumentos da defesa sobre não existir provas da existência de soda cáustica no corpo do menino; promotor alega que a substância dificilmente seria encontrada após 10 dias de deterioração e que advogados se “apegam a detalhes”.
  • Bonamonte afirma que depois de enterrar Bernardo, junto de Edelvânia, e ir a Magazine Luiza (álibi que a madrasta tentou construir, segundo o promotor), Graciele liga para Boldrini e conta que cumpriu com o plano planejado por ela e o marido.
  • Promotora Silvia Jappe assume a acusação no júri pelo MP. Ela já iniciou dizendo: “O pai não sabia nada sobre o filho. Nada! Nada!”.
  • O filho da promotora era colega de escola de Bernardo, e diz que ao ver seu filho, enxerga Bernardo.
  • Promotor Éderson Vieira assume. Ele está mostrando as centenas de testemunhas que a investigação arrecadou.
  • Promotores exibem áudio em que Leandro fala sobre desaparecimento de Bernado, durante programa de rádio. A acusação sustenta que ele já sabia, naquele momento, da morte do garoto. Se refere ao filho sempre como “esse menino”.
  • Éderson diz que Bernardo pode não ter sofrido dor física, mas a dor psicológica, neste caso, foi muito forte.
  • O promotor diz que Leandro, Graciele e Edelvânia “mataram por prazer” e que são psicopatas. Ressalta ainda, que psiquiatra disse que Leandro pode fazer isso (matar) de novo. “O Ministério Público tem certeza que os senhores não vão deixar”, disse sobre soltura de Leandro Boldrini. Este que não reage. Segue com o olhar para baixo, como se a fala não fosse para ele.
  • “Esperamos que eles terminem a vida na cadeia”, defende promotor Éderson Vieira. Pede também pena máxima para os acusados.
  • Éderson finaliza sua acusação e pede condenação para os jurados. “Eu falo por mim, pelos meus colegas. Agora, aqui, ali, lá e lá (apontando para os réus) não temos seres humanos. Eles não sofrem. Eles não têm compaixão. Não têm altruísmo”, diz.
  • Promotoria encerra a sessão de acusação, que durou quatro horas. A sessão voltará às 20h com as defesas.

Fonte: O Sul


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