Briga leva à suspensão de torcida organizada do Internacional – Porto Alegre 24 Horas
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Briga leva à suspensão de torcida organizada do Internacional

Torcidas coloradas são rivais uma da outra

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Imagem ilustrativa | Reprodução: GE

Confusão no Parque Marinha do Brasil antes da partida entre Internacional e Fortaleza neste domingo (24/11) resultou na suspensão por até 90 dias da torcida organizada Nação Independente. Seis integrantes do grupo detidos estão proibidos de ir a jogos pelo mesmo período. O compromisso dos clubes foi válido pelo Campeonato Brasileiro.

A medida cautelar foi tomada ainda no Beira-Rio pelo Juiz de Direito Marco Aurélio Martins Xavier, do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos (JTGE), em atendimento a pedido do Ministério Público. Durante a suspensão fica vedado de o uso de equipamentos que identifiquem a torcida, e os integrantes deverão ter bloqueado o acesso ao estádio pelo acesso biométrico.

Confundido

O relato policial aponta que a briga generalizada e agressões aconteceram nas proximidades do chamado monumento do canhão. Em um grupo que fazia churrasco, alguém usando uma camisa com o número 12 foi confundido como integrante de outra organizada do clube. O homem nem colorado seria.

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Com a intervenção policial, seis torcedores foram detidos e, depois, apresentados ao JTGE. Todos são ligados à Nação independente e deverão comparecer a uma delegacia nas próximas vezes que o Internacional atuar.

Martins Xavier diz no despacho que o episódio de violência revela “rivalidade insana” entre participantes de diferentes organizadas. “Os fatos documentados são graves, envolvem violência por motivo fútil.”

Show na Arena

No dia anterior, o plantão do JTGE sábado esteve na Arena para o show Amigos 20 anos – A História Continua. Foram quatro ocorrências. Duas tiveram origem em desentendimentos e discussões sobre acesso aos lugares para ver o espetáculo. Os envolvidos chegaram a acordo. Os demais registros foram por venda produtos falsificados. Continuidade dos casos depende de interesse da detentora da marca em representar criminalmente. As audiências foram conduzidas pelo Juiz de Direito Roberto Carvalho Fraga. (TJRS)

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