Bombeiros realizam simulado de emergência aquática no Guaíba
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Bombeiros realizam simulado de emergência aquática no Guaíba

Bombeiros simularam salvamento de vítimas de acidente com uma embarcação no Guaíba

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Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

Capacitação, verificação de recursos logísticos e humanos e alinhamento entre equipes são fatores que fazem toda a diferença na resposta das forças de segurança em ações de emergência. Para aprimorar essas condições, a Companhia Especial de Busca e Salvamento (Cebs) do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul realizou esta semana um simulado de acidente envolvendo uma embarcação aquática de transporte coletivo no Guaíba.

O comandante do Cebs e coordenador da ação, major Ingo Lüdke, afirmou que a atuação em um acidente verdadeiro pode durar várias horas, mas com cerca de uma hora de treinamento é possível antecipar muitas situações, o que ele considera essencial para o atendimento. “Nós lidamos com o que há de mais valioso, que são as vidas humanas, por isso é muito importante realizar simulações, já que com elas podemos identificar falhas e fatores de risco e verificar as necessidades”, explicou. “Tudo isso melhora a nossa capacidade de atendimento e a sinergia entre todos os órgãos envolvidos na hora de uma ocorrência real.”

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Roteiro do simulado

A partir de um alerta sonoro no quartel da Cebs, na avenida Mauá, no centro de Porto Alegre, uma equipe de 85 bombeiros iniciou o treinamento que envolveu militares da companhia e alunos soldados que representaram as vítimas. O exercício simulou o choque da embarcação de transporte de passageiros com uma boia de demarcação do canal solta na água. O roteiro previu rompimento do casco e entrada de água no barco, e os soldados representaram passageiros em situação de pânico e reações extremas. Muitos se atiraram na água, e os militares em treinamento passaram a executar o salvamento.

Mergulhadores agiram na simulação de resgates de vítimas de afogamento, e equipes com cães buscaram um desaparecido que teria nadado até a ilha do Chico Inglês. Ao desembarcar no quartel, as vítimas tiveram seu estado físico catalogado em grau verde, amarelo, vermelho ou preto, conforme a escala de atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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Os bombeiros ainda treinaram o controle de um incêndio simulado, evidenciado pela fumaça proveniente da embarcação que colidiu com a boia, e a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) treinou o controle de vazamento de óleo combustível.

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