Após eleição, Carmen Flores e Heinze trocam acusações
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Após eleição, Carmen Flores e Heinze trocam acusações

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O que era para ser uma dobradinha acabou se mostrando rivalidade após o encerramento do primeiro turno das eleições no Estado. Carmen Flores (PSL) e Luis Carlos Heinze (PP) concorreram ao Senado como uma “dupla informal” endossada por Jair Bolsonaro e em apoio ao candidato do PSL à presidência. No entanto, após o fim do pleito, que elegeu Heinze e terminou com Carmen em quarto lugar, a empresária veio a público criticar o deputado federal.

Em entrevista publicada pelo jornal Correio do Povo nesta terça (10), a presidente estadual do PSL acusou o PP de apoiar Bolsonaro por “oportunismo” e disse que só perdeu a disputa para Heinze porque este fez uma campanha milionária enquanto ela tinha R$ 200 mil. Carmen também acusou o PP de prometer e não repassar recursos financeiros para sua campanha e de promover notícias falsas contra ela.




A candidata derrotada chamou Heinze de “sem vergonha” e disse que ele e seu partido “puxaram o meu tapete”, por terem recebido o endosso do presidenciável do PSL e não terem honrado a suposta promessa de ajuda financeira.

Nesta quarta (10), a executiva estadual do PP lançou uma nota dizendo que “lamenta as infelizes declarações” de Carmen Flores e diz que “oportunista é quem, não tendo biografia e votos como o Heinze, só alcança destaque eleitoral quando se encosta numa liderança consolidada como a do Presidente Bolsonaro” (sic).

O partido diz ainda que poderia responder as agressões verbais “descabidas de que não sabe perder”, mas que opta por cumprimentar os candidatos eleitos pelo PSL. “De nossa parte, damos por encerrado este lamentável episódio, pois no embate político, temos que dar importância à qualidade do assunto e o tamanho do adversário”, diz a nota.




Também nesta quarta em entrevista ao Correio, o senador eleito negou que sua campanha tenha produzido fake news e, por outro lado, disse que também tinha sido vítima de notícias falsas. Além disso, afirmou que está “ao lado do Bolsonaro” há 20 anos – os dois foram colegas de Câmara federal pelo PP.

Ele também admitiu que tinha se comprometido a repassar R$ 129 mil (parte em serviços) para a campanha da presidente estadual do PSL, mas disse que R$ 50 mil já foram pagos e o restante está buscando junto a apoiadores para saldar a dívida. (Sul21)



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