A renovação de 25% da frota da Carris prevista para esse mês vai ficar apenas para o ano que vem – Porto Alegre 24 Horas
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A renovação de 25% da frota da Carris prevista para esse mês vai ficar apenas para o ano que vem

Empresa depende da aprovação de um Projeto de Lei que autoriza a Prefeitura de Porto Alegre a ser a fiadora do empréstimo para a compra dos novos veículos

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Foto: Jefferson Bernardes/PMPA

A compra de 87 novos ônibus para a Companhia Carris Porto-Alegrense, que estava prevista para acontecer ainda durante o mês de outubro, foi adiada por tempo indeterminado. Agora, a gestão da empresa projeta que os novos veículos só começarão a circular nas ruas da Capital Gaúcha no ano que vem.

Isso porque não houveram recursos suficientes para dar continuidade à negociação junto as montadoras. Como a Carris é deficitária, a Caixa Econômica Federal – que se propôs a emprestar o dinheiro para a compra – pede que a Prefeitura da cidade seja a fiadora do investimento.

A diretora-presidente da companhia, Helen Machado, explica que isso depende da aprovação de um projeto de lei, enviado pelo Executivo à Câmara de Vereadores no mês passado. A administração da cidade depende da autorização do legislativo para garantir os recursos. “A nossa ideia é conseguirmos renovar esses 87 ônibus até fevereiro”, diz Machado.

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25% da frota usada, hoje, pela empresa precisa ser renovada até a metade do ano que vem. Esses ônibus completam 14 anos de uso entre maio e junho de 2020 e, de acordo com um decreto editado pela Prefeitura em abril, precisam ser substituídos assim que atingirem a marca.

“Ela vai ser uma frota que vem com ar condicionado e possibilidade de GPS, reconhecimento facial”, diz a diretora-presidente. “No primeiro ano a gente estima que nossa redução de custo seja de aproximadamente R$3,5 milhões”.

A Carris pretende arrecadar cerca de R$ 2 milhões com a venda dos veículos usados. Esse valor auxiliaria, também, no balanço financeiro da companhia – que, no ano passado, registrou déficit de R$ 19 milhões. O objetivo da atual direção da empresa é zerar os prejuízos. (Aristóteles Júnior | Band)

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